O delivery na visão de Alexandre Moura

O delivery na visão de Alexandre Moura

Delivery

Sem dúvida o maior obstáculo para o comércio online é a logística. Nos dias de hoje, ela tem impacto direto em dois pontos cruciais do processo de venda: preço e prazo de entrega. Se a logística for cara e lenta, a empresa simplesmente não consegue deslanchar seu e-commerce. Estes problemas com o transporte são maior preocupação tanto para as grandes empresas quanto para as pequenas.. A questão do delivery é importante.

Para Alexandre Amaral de Moura, CEO da Comtex, o que estamos vivendo hoje, é uma verdadeira corrida armamentista  de empresas de tecnologia em busca de alternativas viáveis e de baixo custo para a entrega ao cliente.” A concorrência é intensa e todos buscam baixar os preços e realizar a entrega de forma mais rápida”, afirma Moura.

Geralmente, a maior preocupação é a respeito do custo da “última milha” (last mile) da entrega, que corresponde a maior parte do frete. Essa faixa é particularmente mais cara devido a capilaridade das entregas, tráfego das grandes cidades e custo de mão de obra. Contra esses fatores as empresas estão apostando em tecnologia, e isso significa inovação de verdade, robôs, drones. Falaremos mais sobre isto em outros artigos.

Alexandre Moura e o crescimento do varejo

Alexandre Moura e o crescimento do varejo

VAREJO

De acordo com as projeções feitas pelo IIBGE  o varejo deverá fechar 2018 com crescimento de 4,2%, o que representa uma recuperação do setor após a crise econômica, mas ainda em ritmo lento.

Alexandre Moura, CEO da Comtex, ressalta o papel do desemprego neste cenário: “Quando olhamos para os fundamentos que direcionam o consumo, emprego, renda, crédito e confiança, percebemos que o emprego continua em uma tendência de melhoria, mas ainda em um ritmo bem baixo. Essa queda do desemprego deveria ser mais forte.”

Para o executivo, a falta de confiança é outro fator que impediu o melhor desempenho do setor durante o ano, o que deverá influenciar também o desempenho das vendas na Black Friday e no Natal. “A renda e a quantidade de dinheiro disponível, já deflacionada para as famílias gastarem, nunca foi tão grande. O endividamento das famílias está muito baixo, o menor dos últimos dez anos, então elas até têm dinheiro para gastar como um todo, mas obviamente não dispõe de confiança para comprar, pois o índice de confiança do consumidor está muito baixo”, observou.

No entanto, as vendas de final de ano ainda assim devem ter um resultado positivo. “A expectativa para Black Friday e Natal é melhor que nos anos anteriores por dois fundamentos: melhora de emprego ainda que lenta e massa salarial, que ainda é a maior da nossa história. O índice de confiança permanece igual ao ano anterior e isso nos faz acreditar que será uma temporada melhor, aquém do que gostaríamos e do que muito provavelmente vai ser em 2019 e 2020”, explicou Moura. A expectativa é que o varejo restrito cresça 6% em 2019 e 6,5% em 2020.

Com o final do ano chegando, é comum que as vendas aumentem , tanto para a Black Friday quanto para o Natal. Com isso, ocorre um crescimento no número de vendas feitas por cartão de crédito. Por isso é recomendável que os lojistas utilizem sistemas de conciliação de cartões de crédito, como o Conciliador. Com ele é possível conferir todas as faturas de forma automática, segura e sem chance de erros. Além disso, o app ainda permite que os comerciantes fiquem blindados contra qualquer tipo de fraude ou maquininha defeituosa.

Alexandre Moura vê potencial em varejo tech

Alexandre Moura vê potencial em varejo tech

Varejo Tech

Hoje, o celular é um dos bens de consumo mais valiosos, e não apenas por seu valor monetário, mas principalmente pelo valor quase que afetivo que seus respectivos donos têm pelo objeto. Por ser uma ferramenta facilitadora em diversos aspectos, as pessoas estão cada vez mais dependente desses aparelho eletrônico. O varejo tech esta em alta

Para os lojistas, esse uso constante dos smartphones dentro das lojas é um ponto que vem despertando atenção. Os clientes passaram a usar o celular para auxiliar na tomada de decisão de uma compra, seja consultando informações do produto, preços e até pedindo assessoria de amigos e parentes sobre qual produto comprar. Além disso, os consumidores estão cada vez mais exigentes, demandando um atendimento personalizado nas lojas. Por isso, muitos estabelecimentos estão sendo “obrigados” a se adaptarem a esse novo cenário tecnológico.

Os pequenos varejistas conseguem oferecem soluções customizadas que atendem as exigências dos consumidores, criando uma maior percepção de exclusividade quando comparada a grandes redes varejistas. Por outro lado, os grandes varejistas ainda tem algumas vantagens devido ao seu tamanho (escala), por exemplo, a forma de pagamento: grandes redes oferecem o cartão com a marca da própria loja, possibilitando o consumidor a parcelar suas compras sem cobrar taxa de juros e captando benefícios relacionados com a fidelização de clientes

Para Alexandre Amaral de Moura, CEO da Comtex, além de se preocuparem em como o uso dos celulares tem afetado o seu negócio, os varejistas também devem estar atentos em relação a fraudes e a maquininhas defeituosas. Por isso é recomendável o uso de sistemas de conciliação de cartões de crédito, como o Conciliador. “Com este aplicativo, é possível conferir todas as faturas de forma automática e sem chance de erros. O app também proporciona proteção contra todos os tipos de golpes impostos por maquininhas defeituosas”, afirma Alexandre.

Alexandre Moura, CEO da Comtex, explica a diferença entre notas e cupons fiscais

Alexandre Moura, CEO da Comtex, explica a diferença entre notas e cupons fiscais

A diferença entre cupom fiscal e nota fiscal, como afirma Alexandre Moura, CEO da Comtex, está baseada principalmente na quantidade de informações que são apresentadas em cada documento. Segundo Alexandre Moura, na nota fiscal, o consumidor que está efetuando a compra é identificado, diferente do cupom fiscal. Dessa forma em processos de troca, a empresa fica resguardada quanto à legalidade do comprovante apresentado pelo cliente. Ou seja, usando a nota fiscal como comprovante de venda a empresa fica segura contra fraudes em possíveis trocas.

Cupons Fiscais

Já o cupom fiscal demanda de um equipamento específico: o ECF (impressora fiscal). Ele é responsável pela transmissão de dados e pela impressão das informações da venda.

É importante ressaltar que os dois documentos possuem a mesma função durante o processo de recolhimento de impostos e tributos.Por isso é necessário a adoção de um dos dois para que seja concretizada uma transação comercial de forma correta e dentro das regras impostas pelo Fisco.

Saber a diferença entre cupom fiscal e nota fiscal é, para o varejista, a oportunidade de garantir a segurança da sua loja durante uma possível troca e assegurar que a emissão de comprovantes fiscais siga o caminho correto.

Para Alexandre Amaral de Moura, o CEO da Comtex, outra maneira de  proteger sua loja é com aplicativos de conciliação de cartões de crédito, como o Conciliador.Alexandra diz por meio deste sistema, as faturas são conferidas automaticamente, e sem chance de erros. Além disso, o app protege os lojistas contra fraudes e maquininhas defeituosas.

O GLOBO cita Alexandre Amaral de Moura em matéria da Black Friday

O GLOBO cita Alexandre Amaral de Moura em matéria da Black Friday

O GLOBO

O jornal O GLOBO, em matéria de hoje sobre a Black Friday, citou o CEO da Comtex, Alexandre Amaral de Moura, como um dos empresário de tecnologia a dar suporte as vendas aos grandes varejistas por meio dos produtos da empresa Comtex, especialista em integração de sistemas.

Segundo a matéria, os maiores varejistas do país criaram uma verdadeira “operação de guerra” para a Black Friday 2018. Para maior eficiência nas vendas, as empresas precisarão integrar o sistema de vendas com controle de estoque e ainda monitorar em tempo real todas as campanhas digitais. É aí que a Comtex entra.

Especialista em integração de sistemas, a Comtex foi responsável pela integração desses sistemas e do monitoramento on-line. Segundo Alexandre Amaral de Moura, “se uma loja está vendendo muito um determinado produto, o sistema já aponta a necessidade de reposição de estoque, alertando a equipe de logística”.

Leia a matéria do O GLOBO na íntegra neste link.

Vendas de supermercados crescem 10% em relação a 2017

Vendas de supermercados crescem 10% em relação a 2017

VENDAS

Economia da Abras indicam que as vendas desses produtos do devem crescer 10,27% neste ano, ante uma projeção de 8,34%, em 2017. As consultas foram feitas entre 4 de setembro e 5 de outubro.

Na avaliação do CEO da Comtex, Alexandre Amaral de Moura, os empresários estão mais otimistas quanto à possibilidade de aumento do consumo nessa época, com base na leve recuperação do emprego e do poder aquisitivo diante de uma inflação mais controlada.

A maioria dos supermercadistas (66%), no entanto, manteve o mesmo nível de encomendas do ano passado. Apenas 18% apostaram em vendas superiores às de 2017. Pela projeção, entre os itens que deverão ser mais procurados estão o vinho importado e o panetone, seguidos de refrigerante, carne bovina, cerveja e frango congelado. Para promover o escoamento dos produtos, várias lojas trabalham com estratégias como degustação, promoção e brindes.

De acordo com a sondagem da Abras, houve aumento na proporção de empresários com intenção de contratar empregados temporários nas funções de operador de caixa, repositor, empacotador e entregador. Do total entrevistado, 33% disseram que vão ampliar esses postos de trabalho ante 23%, em 2017. A estimativa é de que sejam abertas entre 11 mil e 14 mil vagas.