Alexandre Moura e o sistema checkout pt1

Alexandre Moura e o sistema checkout pt1

Aliado do varejista

O self-checkout para supermercado é uma nova opção de atendimento, que tem trazido agilidade, mídia espontânea, privacidade, rapidez nas filas e uma experiência de compra diferenciada para o consumidor. Aliado do varejista em prevenção de perdas, a implantação do equipamento deve ser viável e garantir segurança. Mas você sabe como escolher o self-checkout?

Passo a passo

Analisar o objetivo da sua loja

O primeiro passo é pensar se o self-checkout é uma inovação válida para seu negócio. Defina as prioridades da sua empresa. A pergunta é: faz sentido para sua loja?

A área de checkout em supermercados costuma abrigar o gargalo mais pontuado pela maior parte dos varejistas: a fila. O grande volume de pessoas aguardando para serem atendidas pode influenciar negativamente na decisão de seguir ou não com a compra. E, é por isso, que é importante avaliar se esse também costuma ser o gargalo da sua loja.

Segundo Alexandre Amaral de Moura, CEO da Comtex , o self-checkout para supermercado é uma solução para desafogar sua frente de loja. Ele influencia no fluxo de pessoas e ocupa menos espaço físico. Muitas vezes, o supermercadista não tem espaço na loja para colocar mais checkouts. Mas é possível substituir um deles por dois self-checkouts, aumentando os pontos de venda e a agilidade das filas.

Escolha o fornecedor

Ok, se você chegou até aqui é porque decidiu que o self-checkout será essencial em seu negócio. E agora surge um dos passos principais: escolher o fornecedor.

É preciso fazer a melhor escolha tanto do próprio self-checkout para supermercado, quanto do software de ponto de venda, também chamado de frente de caixa ou apenas PDV. Para ambos, há alguns pontos que devem ser avaliados, a começar pela credibilidade de quem presta o serviço.

O software, por exemplo, precisa ter intuitividade com uma de suas características principais. Um sistema didático e intuitivo faz com que o consumidor consiga utilizá-lo sem dificuldades.

Outro ponto importante a se analisar é o pósvenda. Esse quesito é tão importante para a implantação do equipamento quanto sua compra.

Quem é o fabricante? Você recebeu indicações? Onde ele está localizado? Busque por fornecedores que sejam referência em seu estado ou nacionalmente. Além de contar com produtos de qualidade, é preciso confiar no serviço da empresa contratada, tanto do self-checkout, quanto do software de frente de caixa.

Alexandre moura fala sobre as novas tendências do varejo

Alexandre moura fala sobre as novas tendências do varejo

Dicas de Alexandre Moura

O CEO da Comtex, Alexandre Amaral de Moura, falou sobre as maiores tendências tecnológicas do varejo em 2019. O empresário reuniu um compilado de dicas que podem ser muito proveitosas para sua empresa. Confira.

1)Aumentar as vendas

Uma das ferramentas/ tecnologias atualmente mais atuantes no mundo do varejo é o CRM (Costumer Relationship Managemente). O CRM é a ciência que está por trás do conjunto de métodos e práticas para gerenciar os clientes de uma empresa.

Uma das principais maneiras de promover este sistema são os programas de fidelidade (pontuação, cashback, desconto) e promoções exclusivas apenas para os clientes cadastrados.

O CRM é a ferramenta da Gestão de Clientes. Atualmente existem 2 abordagens principais de um CRM para o varejo. A escolha do melhor formato para sua loja vai depender muito da sua estratégia, assim como o contexto de onde você está localizado.

2) Reduzir despesas

A segundo maior prioridade para os varejistas é a redução de despesas, sendo que mais da metade deles consideram isso como objetivo principal.

Não tem receita mágica, é necessário pegar a lista do contas a pagar e analisar cada despesa, o que pode ser reduzido, ou até mesmo, cortado. Ao fazermos esse exercício no varejo de autosserviço de alimentos, nos deparamos com fornecedores de mercadoria, folha de pagamento, e, quem diria, energia elétrica!

Como os fornecedores de mercadoria estão dentro da prioridade abaixo (comprar melhor) e a folha de pagamento também (melhorar a capacitação), vamos abordar aqui o tema energia elétrica.

Se sua loja ainda não adotou nenhuma solução de redução de despesa de energia, ou se você não está estudando alternativas, está perdendo tempo e, claro, dinheiro!

3)Comprar melhor

Atualmente existem tecnologias que automatizam os processos de compra, ou pelo menos de cotação com os fornecedores. São os chamados softwares de cotação de preço.

Estas ferramentas são integradas ao seu software de gestão. Ao gerar uma sugestão de compra, a listagem de produtos é enviada para seus fornecedores cadastrados, que por sua vez preencherão com seus preços.

São duas as vantagens. A primeira está relacionada a melhoria dos preços de compra. Quanto mais fornecedores preencherem, maior a chance de melhorar os preços. A segunda vantagem trata-se do ganho de produtividade da sua equipe. Realizar cotação de preço e negociar com fornecedores os itens da curva B e, principalmente da C, pode gastar muito tempo para um resultado pouco relevante.

Ou seja, com uma ferramenta de cotação de preços, sua empresa ganha produtividade com a segurança de estar fazendo um bom negócio

Fonte: InfoVarejo

Setor de franquias tem crescimento de 6,3% no 3ºTRI

Setor de franquias tem crescimento de 6,3% no 3ºTRI

Setor cresce e mais de 80 mil vagas de emprego são criadas.

O mercado brasileiro de franquias obteve um crescimento de 6,3% no terceiro trimestre em relação ao mesmo período em 2017. O faturamento aumentou de R$ 41,850 bilhões para R$ 44,479 bilhões. No último ano, a variação positiva foi de 7%. Os dados são apontados pela pesquisa trimestral do desempenho do franchising, realizada pela ABF (Associação Brasileira do Franchising).

Vagas Criadas

Este trimestre, também foi notável o crescimento da geração de vagas de emprego, cerca de 80 mil foram criadas. Apesar do trimestre ter sido marcado por uma série de incertezas, tais como: o aumento da inflação, período eleitoral e a queda de confiança do consumidor, este foi considerado positivo. Para manter os bons resultados o setor de franquias brasileiro busca intensificar sua eficiência e procurar novas soluções. Novos formatos, perfis de público e investimentos em tecnologias estão na pauto dos donos de comércio para 2019.

Mudanças em alguns segmentos

Segundo Alexandre Amaral de Moura, CEO da Comtex, existem uma série de outros fatores que contribuíram para o desempenho do terceiro trimestre. “Movimentos de expansão mais intensos, desenvolvimento de modelos híbridos físicos/digitais e de outros canais de venda alavancaram o desempenho de segmentos como entretenimento, turismo e serviços de forma geral. É importante ressaltar também que o setor de franquias, mais uma vez, apresentou uma expansão superior ao varejo de forma geral, que foi de 5,7%”, avalia Alexandre.

Abertura de Lojas

O índice de abertura de lojas no terceiro trimestre foi de 3%, contra o fechamento de 1,6% das unidades, o que resultou num saldo de 1,4% no período. Segundo o presidente da ABF, o incentivo do investimento está diretamente ligado a expansão do cenário macroeconômico. Segundo ele, é natural que o movimento de expansão das franquias ganhe um novo fôlego.

Alexandre Moura cita 4 vantagem do software de conciliação de cartões

Alexandre Moura cita 4 vantagem do software de conciliação de cartões

1-Controle de taxas cobradas pelas administradoras de cartão.

As operadoras de cartões cobram taxas pelo uso de seus serviços, essa cobrança é realizada por meio do desconto sobre a venda, desconto sobre a antecipação do recebível e tarifa de aluguel de POS e/ou PINPAD. Eventualmente essas taxas são cobradas de forma indevida, desse jeito o varejista, sem saber recebe menos do que deveria. Para Alexandre Amaral de Moura, CEO da Comtex, um software conciliador de cartões oferece o controle desses recebimentos. Uma baita vantagem para Alexandre.

2-Controle Financeiro

Sabemos que em uma venda em cartão, o varejista não recebe o valor no momento da transação, em caso de venda à crédito o prazo normalmente é de 30 dias e nas vendas no cartão de débito de 1 dia, dessa forma é importante ter uma ferramenta que te dê a previsão dos seus recebimentos futuros. Com essa informação você pode gerenciar melhor seu fluxo de caixa.

3-Tempo de conferência mais ágil

No varejo tempo é dinheiro. Se você confere as vendas de cartão manualmente, com certeza, seus funcionários gastam muito tempo. Usando um software para conferir suas vendas de cartões, não será preciso conferir cada transação efetuada. O tempo necessário para realizar a conferência de todas as vendas de  uma vez que o sistema fará a conciliação automaticamente.

4-Integração sistemas ERP

A integração com o sistema de ERP é outra grande vantagem dessa ferramenta. Se você utiliza um software de gestão e seu conciliador está integrado, os lançamentos serão baixados automaticamente no momento que a operadora realizar o pagamento, reduzindo esforço e tempo da sua equipe

Microempresa x Pequena empresa

Microempresa x Pequena empresa

Lei Geral

A lei geral das micro e pequenas empresas foi criada em 2016, e prevê na constituição brasileira o tratamento diferenciado e favorecido para a microempresa e para a empresa de pequeno porte.

Critério

A lei geral uniformizou o conceito de micro e pequena empresa. Segundo Alexandre Amaral de Moura, CEO da Comtex, o diferencial entre os dois tipos é a receita bruta anual.

Microempresa

A microempresa será a sociedade empresária, a sociedade simples, a empresa individual de responsabilidade limitada e o empresário, devidamente registrados nos órgãos competentes, que aufira em cada ano calendário, a receita bruta igual ou inferior a R$ 360.000,00.

Pequena Empresa

Se a receita bruta anual for superior a R$ 360.000,00 e igual ou inferior é R$ 4.800.000,00, a sociedade será enquadrada como empresa de pequeno porte. Estes valores referem-se a receitas obtidas no mercado nacional. A empresa de pequeno porte não perderá o seu enquadramento se obter adicionais de receitas de exportação, até o limite de R$ 4.800.000,00.

Comércio festeja vendas de natal

Comércio festeja vendas de natal

Comércio celebra alta de 5,5% sobre o natal passado

Após ano de lenta recuperação econômica, o comércio brasileiro obtém os melhores números em vendas de final de ano, desde 2013. O resultado, elevou e muito a confiança dos comerciantes e do setor varejista como um todo. Segundo Alexandre Amaral de Moura, CEO da Comtex,  este aumento está diretamente relacionado com o pagamento do 13º salário e a manutenção da taxa básica de juros. Segundo Moura, estes fatores culminaram para o aumento de vendas, dento do comércio brasileiro.

No decorrer de 2018, as lojas de shopping faturaram R$156,3 bilhões, segundo um dado divulgado pela própria associação. Este número representa uma alta de 2,2% sobre o ano passado. Segundo o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun, o resultado foi surpreendente pois o comércio vinha de um movimento muito fraco, e na opinião do empresário foi essencial para o salvamento do ano.

O resultado positivo do final do ano também foi responsável por manter o otimismo dos comerciantes para o futuro. O Índice de confiança do comércio brasileiro, da FGV demonstra isso, tendo em vista que o índice subiu de 5,7 pontos em dezembro, para 105,1 , o maior nível desde Abril de 2013.

O coordenador da FGV/IBRE, Rodolpho Tobler, enfatiza o otimismo dos comerciantes e a confiança no varejo para o ano de 2019. Segundo Tobler, após passar por momentos turbulentos, como a greve dos caminhoneiros e o período eleitoral , a tendência de fato é a melhora dos resultados para aqueles que atuam no setor do comércio brasileiro.

O aumento significativo da confiança dos varejistas em 2018, não se deve única e exclusivamente as vendas de natal. É resultado também do mês de dezembro como um todo.